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Tecnologia

Publicada em 10/10/15 às 10:36h - 255 visualizações
Antes de dar celular para crianças, veja o que dizem pais e especialistas
Aparelhos saem mais barato que brinquedos, avalia economista. Psicólogo diz que, para controlar, adulto deve se interessar por tecnologia.

Radio Santa Maria Fm


 (Foto: Radio Santa Maria Fm)

Cada vez mais conectadas aos smartphones, crianças entre 6 e 12 anos costumam pedir eletrônicos aos pais como presente no Dia das Crianças. Segundo a Nielsen Ibope, 15% dos 68 milhões de usuários da internet pelo celular no Brasil têm entre 10 e 17 anos.

Outra pesquisa divulgada em julho deste ano pelo Comitê Gestor da Internet indica que o celular superou os computadores e é o aparelho mais usado por crianças para acessar internet. Os dados foram coletados a partir de 2,1 mil entrevistas com jovens entre 9 e 17 anos, feitas em 2014 (clique aqui para ler o estudo).

Mas antes de dar um celular ao seu filho, veja o que pais e especialistas dizem ao G1.

Dentro ou fora da bolha
A administradora Fabiane Campedeli, de 38 anos, é mãe de Sofia, 7, e Luiza, 4. As duas usam smartphone.

"Eu já tinha em casa um aparelho e a Sofia queria ir na casa das amigas. Então comprei um chip para ela poder ligar para mim. A Luiza ficou com ciúmes, claro. Eu tinha um outro celular aqui na gaveta e também comprei um chip pra ela. Mas ela usa pouquíssimo. Ela não sabe escrever ainda então manda emojis e fotos para os avós."

Fabiane conta que está sempre de olho nas filhas. "Se elas ficam muito tempo, eu falo para guardar o celular, e as chamo para brincar", diz.

"Prefiro que elas brinquem de boneca com outras crianças, mas não posso colocá-las numa bolha. Eu e o pai delas ficamos no celular. Não tem como falar 'eu posso e você não pode'. Os amiguinhos usam. Uma amiguinha mudou de cidade e ela vive mandando WhatsApp, assim como eu mandava muita carta para a minha prima. Mas não acho correto ficar o dia inteiro. Quero que elas sejam crianças", afirma Fabiane.


Fabiane Campedeli com as filhas Sofia e Luiza (Foto: Arquivo pessoal)Fabiane Campedeli com as filhas Sofia e Luiza (Foto: Arquivo pessoal)

A publicitária Aneliza Amaral, de 40 anos, diz que o celular não tem utilidade na vida da filha de oito anos, porque ela fica só em casa e na escola. "Cada pai tem direito de decidir o que prefere dar para seu filho, é uma escolha. O que penso quando decido em não dar é que não quero que a vida da minha filha seja dominada por esses aparelhos. Se ela tiver um só seu, ela vai querer usá-lo o tempo todo", opina.

"Quero que, em seu tempo livre, ela aprenda o gosto pela leitura de um gibi, descubra um mangá, saiba brincar com suas bonecas, que ela use a sua imaginação para criar as brincadeiras. O uso do iPad lá em casa é controlado. De vez em quando ela e o irmão pedem, pois gostam como todas as outras crianças. Acho que assim temos um equilibrio entre as atividades", conta Aneliza.

Fonte G1




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