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Saúde

Publicada em 02/08/19 às 09:23h - 78 visualizações
Pernambuco tem seis casos suspeitos de sarampo, todos de adolescentes que viajaram para Porto Seguro

Radio Santa Maria Fm


 (Foto: Radio Santa Maria Fm)



A vacina tríplice viral, disponível na rede pública, protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Foto: Paulo Paiva/DP.
A vacina tríplice viral, disponível na rede pública, protege contra sarampo, rubéola e caxumba. Foto: Paulo Paiva/DP.
Pernambuco está com seis casos suspeitos de sarampo, sob investigação da Secretaria Estadual de Saúde (SES). A situação deixa de sobreaviso o sistema de vigilância epidemiológica, que busca possíveis novos casos e poder conter e tratá-la, de acordo com cada situação. As pessoas com suspeita da doença foram localizadas no Recife, em Olinda e Caruaru - são jovens, entre 16 e 19 anos, que participaram de uma excursão de ensino médio para Porto Seguro, na Bahia, no fim de junho deste ano. 

O monitor da excursão, que mora em São Paulo, teve está com sarampo. Em 25 de julho, a SES foi notificada da primeira pessoa com suspeita da doença: uma jovem de Caruaru, no Agreste do estado. Posteriormente, foram repassados à pasta outros cinco casos - quatro de outros jovens que também viajaram e um que teve contato com esse grupo. Todos os seis tiveram material (sangue, urina ou secreção respiratória) coletado para análise laboratorial, realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PE) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-RJ) -  trata-se de uma exigência do Ministério da Saúde.


Os resultados ainda não têm uma data fixa para voltarem - a Fiocruz está ajudando nos trabalhos contra o surto de sarampo em São Paulo -, mas, de toda forma, a vigilância epidemiológica dos municípios está realizando uma busca ativa das pessoas que participaram da excursão ou que tiveram contato com quem foi, para avaliar novos casos suspeitos e vacinar casa um, caso necessário. Ao todo, viajaram 182 pernambucanos, de Recife, Olinda, Caruaru e Bezerros.

Independentemente de existir confirmação, devem procurar um posto de saúde as pessoas que apresentarem os sintomas do sarampo, tais quais: manchas vermelhas, febre, coriza e tosse. “Todo mundo circula por Pernambuco. E tem sarampo nos Estados Unidos, no Pará, no Rio de Janeiro. Então não tem que esperar confirmar suspeita. A única forma da gente ficar seguro é se vacinando”, adverte o diretor-geral de controle de doenças transmissíveis da SES, George Dimech. “Mesmo que a pessoa não tenha certeza se já recebeu a vacina, pode tomar gratuitamente no posto de saúde”, acrescenta.

Também é considerado caso suspeito qualquer pessoa que viajou para locais com circulação do vírus do sarampo, nos últimos 30 dias, ou que teve contato, no mesmo período, com alguém que viajou para locais com circulação viral. No Brasil, os estados com casos são Rio de Janeiro, São Paulo, Pará, Sergipe, Minas Gerais, Santa Catarina, Amazonas e Rondônia.

“A pressão do sarampo é grande em todo o país. Por isso que é importante se vacinar. A vacina é muito segura, protege também contra a rubéola e a caxumba. As mães não precisam temê-la”, comenta George Dimech. Até 27 de julho de 2019, a cobertura vacinal estava baixa no estado. 85% das crianças com 1 ano fizeram a primeira dose da tríplice viral e 63% a segunda, sendo que a meta mínima é de 95%

Números
A última vez que Pernambuco registrou um caso de sarampo, por contaminação autotócne (quando a pessoa contrai o vírus no próprio estado) foi há 20 anos, em 1999, quando tiveram 240 ocorrências. Entre 2013 e 2014, houve um surto da doença por aqui, mas controlado por ações de vigilância e vacinação. Em 2018, a SES detectou quatro casos - mas todos próximos a um paciente que viajava frequentemente para Manaus, no Amazonas.

Imunização
A imunização com a tríplice viral deve seguir o esquema abaixo:
- Indivíduos de 12 meses a 29 anos de idade: duas doses de tríplice viral com intervalo mínimo de 30 dias entre elas;
- Indivíduos de 30 a 49 anos de idade não vacinados: uma dose de tríplice viral;
- Profissionais de saúde não vacinados: 2 doses com a vacina tríplice viral independente da idade, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

Diário de Pernambuco



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